MAGOM- Contabilista, Administrador de Empresa e membro do Lions.

RABISQUEI, NÃO ESCREVI – PROVEI, NÃO COMI.
“A menor modificação numa constituição destrói seus princípios e causa sua ruína”.
Constituição nada mais é que uma coletânea de regras, leis, costumes, feita pelos homens, para alinhar direitos e deveres de uma Nação, Estado Município.
Pois bem, os mulçumanos radicais ou não; livres ou não, terroristas ou não, como os outros povos, tem suas regras, seus costumes, sua fé, seu Deus.
Quem apenas rabisca (meu caso) dar opiniões (aceitas ou não); quem escreve como os jornalistas (tem maior responsabilidade), às vezes acertam, às vezes eram. No primeiro caso, normalmente a contribuição é importantíssima para com a sociedade como um todo; no segundo caso, na maioria das vezes, causa prejuízo, às vezes, irreparáveis, para famílias, cidades, Estados e até a Nação.
Quem somente prova, não tem profundidade para distinguir bem o doce, o amargo, o salgado, o azedo. Quem come, está capacitado para distinguir, aprovar: paladar, olfato e tato. Assim sendo, pouco sobra para algumas desculpas: não foi essa a minha intenção; não quis dizer isso; houve interpretação errônea. E o mais contundente aí, são as figuras, desenhos, caricaturas.
O mundo de hoje está vivendo um momento forte de desacordo praticamente em todos os setores. No mundo religioso, não podemos esconder, que há os radicais, fanáticos, obcecados, ignorantes, mercenários e também os descrentes, os ateus, os desrespeitadores da fé do outro, os que brincam e fazem chacota com as religiões, assumindo, muitas vezes, com desdenho, a responsabilidade dos seus atos. Não tem a consciência de que a imprensa livre não dar-lhe o direito de destratar, destruir, fazer gozação, deturpar e até desprezar os costumes e cultura de um povo.
Tudo isso parece um pouco com a fábula dos animais:
“Espantados diante da crescente violência, os animais decidiram convocar uma assembléia geral para encontrar a solução do problema que a todos angustiava.
Na hora marcada, numa imensa clareira da floresta, reuniram-se todos; grandes e pequenos, quadrúpedes, aves, répteis. Alguns com maior destaque, outros mais humildes, porém todos dispostos a tentar encontrar uma solução que agradasse a si mesmos. Como era de se esperar, a assembléia foi totalmente desorganizada. Cada um queria expor seus pontos de vista, mas não ouvir os dos demais. Foi um autêntico diálogo de surdos, tal como acontece hoje em dia em muitos lugares.
No final, o panorama ficou mais ou menos assim: o leão propôs que todos os animais abrissem mão do veneno, pois ele temia a cobra. A cobra sugeriu que o desarmamento consistisse na abolição das garras e bicos. O burro pretendia que o touro deixasse de usar chifres; a galinha insurgiu-se contra o focinho da raposa; a barata não via inconveniente algum em que o jacaré continuasse com sua boca larga cheia de tentes, mas era totalmente contra o bico da galinha… No meio da incompreensão geral, o tamanduá sugeriu a extinção das armas e a adoção do abraço universal.
Na vida das pessoas, repete-se a fábula dos animais. As nações reúnem-se para o desarmamento, mas no fundo querem apenas o dos outros….
… Por toda parte, ocorre sempre a mesma coisa. Todos estão ciosos de seus direitos, mas esquecem os deveres. Querem ser livres, mas nem todos sabem respeitar a liberdade do outro”.
Isso está acontecendo entre imprensa e religiões. Alguém vai ceder?




