Relatório da Análise da Procuradoria Geral da República sobre as contas na Suíça do presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), reuniu os principais documentos compartilhados por autoridades estrangeiras que comprovam para a força-tarefa da Operação Lava Jato que o dinheiro que circulou nelas pertence ao parlamentar.
Esse dinheiro, dizem os investigadores, sustentou uma vida faustosa e rotina de ostentação da família do peemedebista em viagens a Paris, Roma, Madri, Dubai e Miami. O documento, intitulado Relatório de Análise 113/2015 da Secretaria de Pesquisa e Análise da PGR, foi anexado ao processo criminal aberto nesta quinta-feira, 9, pelo juiz federal Sérgio Moro – dos processos da Lava Jato, em Curitiba – contra a mulher de Cunha, a jornalista Cláudia Cruz. O documento faz parte dos casos em trâmite no Supremo Tribunal Federal (STF), que tem o deputado como alvo – por ter foro privilegiado, sua parte nas acusações foi separada da mulher.
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