Mais uma vez a união da categoria foi o que prevaleceu durante a assembleia geral realizada no início do mês (09), no ginásio de esportes do Sindicato dos Bancários. O espaço esteve lotado de trabalhadores em educação da Rede Estadual – da capital e de caravanas do interior.
O coordenador-geral da APLB-Sindicato, Rui Oliveira falou sobre os rumos da Campanha Salarial 2013 e apresentou a proposta da agenda de luta para votação. A categoria votou e decidiu participar da Paralisação Nacional que acontece nos dias 23, 24 e 25 de abril.
Estivemos com o presidente da APLB em Juazeiro, Antonio Carlos que explicou que a greve a nível nacional é uma convocação da CNTE para todos os trabalhadores da educação e a sociedade para a Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública pela votação do PNE, que se encontra no Senado, também pelos 10% do PIB para educação, o piso salarial. Segundo Antonio Carlos a greve tem uma pauta específica: Piso, Carreira e Jornada e, implantação do piso em todos os municípios brasileiros, reformulação do Plano de Cargos e Carreira, e 10% do PIB , “por entender que o professor precisa ser valorizado, coisa que não está acontecendo”, expos convidando toda a categoria para se fazer presente nos três dias de paralisação.
Já o coordenador geral do Sintep em Petrolina, Robson José do Nascimento explica que a mobilização não é isolada e tem característica de greve. “O evento acontecerá dentro de uma semana que acontece uma ação mundial, autogerido e descentralizado que acontece em mais de 100 países”, detalha o coordenador. Segundo o mesmo este ano, a paralisação traz como tema a valorização dos professores com o slogan ‘Nem herói, nem culpado o professor tem que ser valorizado’.
Por Lidiane Souza






