Os seis candidatos a governador da Bahia, aqueles que desejam assumir a caneta do Executivo, ainda na mão de Jaques Wagner (PT), poderão desembolsar R$ 133,6 milhões em despesas de campanha eleitoral, esta iniciada desde o início de julho. Em 2010, todos os que almejavam a cadeira do Executivo baiano previram R$ 93,5 milhões.
Na comparação dos dois períodos houve um crescimento de quase 43% em quatro anos. A campanha na Bahia poderá ser a sexta mais cara disputa do Brasil, perdendo para Ceará, Alagoas, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo, que lidera o ranking com nove candidatos e possibilidade de despesas acima dos R$ 324 milhões.
As estimativas foram divulgadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) através do sistema do DivulgaCand. O postulante que declarou maior estimativa em gastos foi Rui Costa (PT): o petista poderá gastar até R$ 65 milhões. Na ordem dos gastos seguem na relação Paulo Souto (DEM) com R$ 38 milhões; Lídice da Mata (PSB) com R$ 20 milhões; Rogério Tadeu DaLuz (PRTB) com R$ 10 milhões; Marcos Mendes (PSOL) com R$ 500 mil e Renata Mallet (PSTU) com R$ 150 mil declarados. A previsão de custos não quer dizer que o postulante gastará exatamente as cifras da declaração. Segundo dados do Tribunal, em 2010, por exemplo, em sua campanha de reeleição, o governador Jaques Wagner previu custos de R$ 33 milhões, mas gastou R$ 4.560.590,62. Paulo Souto (DEM), declarou uma previsão de R$ 25 milhões, contudo desembolsou apenas 5.162.072,73.
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