
(Foto: Divulgação/ Ascom Facape)
A partir desta segunda-feira (11), o cidadão que precisar dos serviços do Programa Municipal de Defesa do Consumidor de Petrolina (Prodecon), no Sertão pernambucano, terá que procurar outro órgão. É que a instituição do município, localizada no Centro de Convenções, terá suas atividades suspensas por, pelo menos, um mês.
Segundo a coordenação do órgão, a suspensão das atividades é por causa de uma reforma na estrutura onde funciona o Prodecon. “Será feita uma ampliação, com aumento no número de computadores, de salas e climatização, além de novas instalações elétricas. Com o aumento no número de equipamentos e de espaço”, explicou o diretor do Prodecon, Alinson Lopes Gil.
O Prodecon tem atualmente dois funcionários e três estagiários que realizam mensalmente cerca de 800 atendimentos. A previsão é que o local volte a funcionar no dia 11 de setembro, data em que há a comemoração de 24 anos da publicação do Código de Defesa do Consumidor.
Segundo Alisson, até a data prevista, quem precisar de assistência do órgão, deve procurar a instalação do Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon), localizado na Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape).
No entanto, a servidora da Facape, que responde pelo Procon, Ednalva Burgos, afirma que a unidade não tem estrutura suficiente para atender a demanda. “Temos 10 estagiários que só vêm duas vezes por semana e o Procon é feito por eles, já que o programa é um projeto de extensão da faculdade. Infelizmente teremos que voltar muitas pessoas ou encaminhar para o Procon em Juazeiro-BA”, disse.
Ednalva Burgos informou ainda que o número de atendimentos deste ano, até o dia 8 de agosto, já se aproxima de todo o número de atendimentos de 2013. “Tivemos até esta data 427 atendimentos e em todo o ano de 2013 foram 498. Já estamos pensando em ter que reduzir o número de atendimentos”, disse. Em 2012, o Procon da Facape atendeu 198 pessoas. Ednalva explicou ainda que o Procon da Facape tem apenas quatro computadores.
O diretor do Prodecon ressaltou que por ser um período curto de um mês. “Esta é uma necessidade e a gente está tentando resolver mesmo com a estrutura em obras. É uma suspensão e não um fechamento”, disse Alinson.
G1 Petrolina






