O delegado de Polícia Civil, Marcione Ferreira, participou nesta última quinta-feira (15) do Programa Nossa Voz, Rádio Grande Rio, e fez um balanço do trabalho da polícia no combate à violência em Petrolina e na região do Vale do São Francisco.
O delegado destacou o caso da menina Beatriz Angélica Mota, assassinada há dois anos e dois meses dentro do Colégio Maria Auxiliadora. Marcione avalia que o caso não ficará impune. “O que está faltando é a qualificação do autor, pois o autor foi identificado nas imagens, isto é um avanço significativo nas investigações. O autor está lá na imagem, há vídeos, fotos do autor desse crime, então a polícia precisa avançar no sentido de saber quem é o autor”.
De acordo com ele a população não deve perder as esperanças para a elucidação do caso Beatriz. “A polícia não vai deixar de buscar a solução até que se consiga qualificar o autor, que já está nas imagens”, disse o delegado, que foi um dos primeiros a investigar o assassinato da menina Beatriz, que na época estava com 7 anos.
As investigações até o momento não conseguiram prender ninguém e recebem diversas críticas pela morosidade e falta de provas que são devidas à falta de estrutura da polícia.
Todavia, para os investigadores, não há dúvidas de que o homem que aparece nas filmagens de câmeras de segurança do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, lugar onde Beatriz estudava e foi assassinada, é o autor do crime. Beatriz foi assassinada com 42 facadas durante uma festa realizada no dia 10 de dezembro de 2015.
O Disque-Denúncia oferece recompensa para quem tiver informações sobre a localização do acusado no vídeo. Quem tiver informações sobre o caso, deve ligar (81) 3719-4545, whatsapp (87) 98878-5733 e (87) 98137-3902. O sigilo é absoluto e a recompensa é de R$ 10 mil.
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