O dono da JBS, Joesley Batista, revelou em sua delação premiada que pagou cerca de R$ 60 milhões em propina a Aécio Neves em 2014. De acordo com informações da coluna Lauro Jardim, do jornal O Globo, o delator contou que os pagamentos foram feitos por meio da emissão de notas fiscais frias a diversas empresas.
Além da propina, Joesley apontou que comprou o apoio de partidos políticos para apoiar Aécio a presidente.
O tucano é alvo da operação Patmos, nome da ilha grega onde o apóstolo João escreveu o Livro do Apocalipse. A Procuradoria-Geral da República pediu a prisão do senador e o ministro Edson Fachin encaminhou o pleito para que o plenário da Corte decida.
Fachin, no entanto, já decidiu pelo afastamento do tucano do mandato de senador.
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