Depois que o privilégio é institucionalizado, o anormal vira religião. O presidente do STF, Joaquim Barbosa, decidiu investir contra um dogma do Judiciário e do Ministério Público: as férias anuais de 60 dias. O repórter Jailton de Carvalho informa que Barbosa criará comissão para revisar a Lei Orgânica da Magistratura. Deve coordenador o trabalho o ministro Gilmar Mendes. A ideia é elaborar uma proposta a ser submetida ao Congresso. Hoje, somando-se aos dois meses de férias as folgas e os feriados nacionais, estaduais e municipais, magistrados e procuradores podem desfrutar de mais de 90 dias de ócio por ano. Um acinte.
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