Inflação do aluguel desacelera em outubro, mostra FGV

No ano, o índice acumula alta de 4,70% e, em 12 meses, de 6,95%. Variação de preços no atacado e varejo também perdeu força.

A inflação do aluguel, medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, desacelerou de 0,65% em setembro para 0,53% em outubro, segundo informou, nesta sexta-feira (28), a Fundação Getulio Vargas (FGV). No ano, o índice acumula alta de 4,70% e, em 12 meses, de 6,95%. Em setembro, o IGP-M apresentava alta de 4,15% no ano e, em 12 meses, de 7,46%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), conhecida como a inflação do atacado, que integra o cálculo do IGP-M, também mostrou desaceleração, de 0,74% para 0,68% em outubro.

Também utilizado para o cálculo do índice geral, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,26% em outubro, após subir 0,59% no mês anterior. Das sete classes de despesa que compõem o IPC, quatro tiveram decréscimo nas taxas de variação, com maior destaque para alimentação (de 0,95% para -0,09%). As maiores influências partiram dos preços de frutas (de 6,42% para -0,85%), hortaliças e legumes (de -2,74% para -5,92%) e carnes bovinas (de 1,71% para 0,86%).

Tiveram o mesmo comportamento, de recuo, os preços de vestuário (de 1,36% para 0,74%), saúde e cuidados pessoais (de 0,60% para 0,38%) e transportes (de 0,19% para 0,00%), com destaque paraa variação de preços de roupas (de 1,56% para 0,93%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,37% para 0,03%) e álcool combustível (de 2,11% para -0,20%).

Na contramão, subiram mais os preços dos itens dos grupos habitação (de 0,47% para 0,61%), despesas diversas (de 0,15% para 0,25%) e educação, leitura e recreação (de 0,19% para 0,21%), com destaque para taxa de água e esgoto residencial (de 1,31% para 2,14%), alimento para animais domésticos (de -0,01% para 1,96%) e passagem aérea (de 3,90% para 7,20%).

Custo da construção
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de 0,14% em setembro para 0,20% em outubro. A taxa do grupo serviços recuou de 0,42% para 0,34%. Já o grupo mão de obra subiu de 0,01% para 0,16%. O índice relativo ao grupo materiais e equipamentos repetiu a taxa apurada no mês anterior, de 0,23%.

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Lula pretende sancionar taxação de compras internacionais por unidade

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sinalizou que pretende sancionar a taxação de 20% do imposto sobre as compras internacionais de até US$ 50. O chefe do Executivo, contudo, disse achar equivocada a taxação, mas afirmou estar sancionando a medida para garantir a “unidade” entre governo e Congresso Nacional.

Em entrevista concedida à Rádio CBN ontem Lula disse achar que “essa é uma briga muito esquisita”. “Por que taxar US$ 50? Por que taxar o pobre e não taxar o cara que vai ao free shop e gasta mil dólares?”, questionou. “É uma questão de consideração com o povo mais humilde”, citando que essa foi sua divergência em relação à proposta.

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Investigados por venda de joias, Mauro Cid e pai voltam a depor à Polícia Federal

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O militar Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, e o seu pai, o general Mauro Lourena Cid, vão prestar novo depoimento à Polícia Federal nesta terça-feira, 18. Eles são investigados no inquérito sobre o apropriação indébita de joias dadas de presente pelo governo da Arábia Saudita ao governo brasileiro.

A PF marcou esse depoimento após descobrir, durante investigações nos Estados Unidos, a existência de uma nova joia que pode ter sido negociada irregularmente naquele país por aliados de Bolsonaro. A investigação acontece com a colaboração do FBI, que participou de oitiva anterior dos suspeitos, em abril. 

Mauro Cid, que era um dos principais homens de confiança de Bolsonaro durante o mandato na Presidência, fechou um acordo de delação premiada sobre os possíveis crimes em troca de uma pena menor.

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Pesquisa realizada pelo Instituto opinião aponta para segundo turno entre Simão e Lóssio, em Petrolina

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Uma pesquisa realizada pelo instituto Opinião, em parceria com o Blog do Magno Martins, sobre o quadro eleitoral em Petrolina, aponta para um segundo turno entre o prefeito e pré-candidato à reeleição, Simão Durando (UB) e o ex-prefeito e pré-candidato Júlio Lóssio (PSDB). O ex-prefeito Odacy Amorim (PT)  apareceu na terceira colocação.

De acordo com a pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados, Simão Durando teria hoje 39% das intenções de voto, seguido por Júlio Lóssio, que aparece com 26,4%. Odacy Amorim (PT), somou 11,2%; Lara Cavalcanti (PL) 2,8% e Perpétua da Saúde (PSOL), com 0,6%.

De acordo com o levantamento 6% dos eleitores votariam Branco ou nulo e indecisos somam 14%. 

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MEC suspende criação de cursos a distância e fixa prazo para criar novas regras

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O Ministério da Educação (MEC) suspendeu a criação de novos cursos de graduação a distância, bem como criação de novas vagas e polos EaD (Ensino à Distância), até 10 de março de 2025.

A medida foi divulgada por meio da portaria 528, publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), na sexta-feira (7), e assinada pelo ministro Camilo Santana (PT).

O MEC faz uma revisão do marco regulatório da educação a distância, o que irá prever novos referenciais de qualidade para oferta de graduação remotas. O prazo para esse trabalho é 31 de dezembro de 2024.

Nos últimos anos, o EaD disparou no Brasil (são 4,3 milhões de alunos), como alternativa de cursos mais baratos e com potencial de atender a uma população que precisa conciliar trabalho e estudo.

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Lira cria grupo para discutir projeto das Fake News

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), oficializou a criação do grupo de trabalho para discutir o projeto de lei (PL) das Fake News.

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Em maio do ano passado, Collor foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos processos da Operação Lava Jato. O julgamento de um último recurso de Collor havia começado em fevereiro, mas foi então interrompido por uma vista de Dias Toffoli. 

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A Proposta de Emenda Constitucional que abre caminho para a privatização das praias passou com folga na Câmara com o apoio de 25 dos 35 deputados baianos presentes às votações.

A esmagadora maioria dos deputados baianos votaram a favor da PEC da privatização das Praias, quando a matéria foi apreciada nos dois turnos pela casa, há pouco mais de dois anos. Dos 39 deputados baianos, 35 participaram das duas votações, sendo que 25 deles votaram favoráveis à PEC e apenas 10 votaram contra.

Entre os que votaram pela aprovação da PEC que retira da Constituição Federal a chamada “faixa de marinha” das praias brasileiras e liberam os municípios costeiros a negociar essas áreas, dois nomes chamam a atenção: Alice Portugal e Daniel Almeida. Os dois parlamentares do PCdoB da Bahia votaram sim nos dois turnos. 

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Ainda assim, o placar de cerca de 300 votos a 120 nos dois projetos…

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